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Acordos e Negociações
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Acordos regionais, bilaterais e plurilaterais: agenda de negociações diversificada

Apesar do fortalecimento do sistema multilateral de comércio ser prioridade para a CNI na área de negociações internacionais, o setor industrial também vê as iniciativas de acordos regionais, bilaterais e plurilaterais como importantes formas de ampliar o acesso a mercados para a indústria. Além do aprimoramento das relações comerciais com grandes parceiros , como EUA e a União Européia, a CNI defende o aprofundamento dos acordos comerciais com os países da ALADI (Associação Latino Americana de Integração) e o estabelecimento de novos acordos com outros importantes mercados em desenvolvimento como, por exemplo, a Índia, a União Aduaneira da África Austral (SACU) e o Conselho de Cooperação do Golfo.

Dessa forma, a CNI desenvolve ações com foco numa agenda ampla de negociações comerciais. A formulação de estratégia coerente com os objetivos de expansão de exportações deve priorizar os mercados com ganhos relevantes em acesso a mercados. A CNI defendea utilização de critérios econômicos na orientação da política comercial brasileira. Esses critérios devem permitir a identificação dos países prioritários, dos instrumentos mais adequados para aproveitar as oportunidades existentes e dos temas que devem compor a lista de demandas do Brasil em cada uma das frentes de negociação.

Sob essa orientação, a CNI procura acompanhar de perto o desenvolvimento dessas frentes de negociação, ampliando o diálogo do empresariado com o governo brasileiro e coordenando as ações da Coalizão Empresarial Brasileira (CEB).

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Brasil-México: oportunidades para as exportações brasileiras

22/02/2011 | CNI e Apex-Brasil renovam parceria para estimular exportação

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) assinam, nesta terça-feira, 22 de fevereiro, às 11h00, um acordo para ampliar as ações de apoio às exportações. Com o acordo, o número de unidades de atendimento da Apex-Brasil nos estados subirá de dez para 14. As unidades funcionam nos escritórios dos Centros Internacionais de Negócios (CIN) das federações das indústrias, e oferecem orientações aos empresários que exportam ou querem conquistar o mercado externo.

O convênio, que será assinado pelos presidentes da CNI, Robson Braga de Andrade, e da Apex-Brasil, Maurício Borges, prorroga, por mais 24 meses, a parceria firmada em 2009. Com isso, quatro estados – Bahia, Espírito Santo, Pará e Rio de Janeiro – ganharão unidades, que se somarão às existentes no Amazonas, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná, Pernambuco, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Nos próximos 24 meses a Apex-Brasil investirá R$ 3,2 milhões na instalação e na prestação de serviços das unidades de atendimento. Esses recursos serão aplicados no desenvolvimento de ações conjuntas de promoção comercial, formação empresarial e inteligência internacional para atender a indústrias de todos os portes. Entre as iniciativas de promoção comercial estão a realização de missões empresarias, feiras, encontros de negócios e exposição de produtos brasileiros no exterior.

Até agora, as unidades atenderam 3.037 empresas no país. A maioria era de indústrias que se preparavam para iniciar a operação internacional. “O acordo fortalece a missão do Sistema Indústria de formar empreendedores para atuar no mercado exterior”, salienta a analista de Políticas e Indústria da CNI Sarah Saldanha. Além das federações de indústrias e da CNI, o Sistema é formado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), o Serviço Social da Indústria (SESI) e o Instituto Euvaldo Lodi (IEL).

Para o presidente da Apex-Brasil, Maurício Borges, a parceria com a CNI é significativa para a regionalização do atendimento e maior proximidade com as empresas. “As unidades de atendimento nos estados são a porta de entrada para mais de 40% das empresas com maturidade exportadora que buscam apoio da Agência. Com a renovação do convênio, poderemos diagnosticar possíveis exportadoras em outros estados”, complementa Borges.

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