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Mercosul
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Mercosul: muitos desafios a serem enfrentados
Para a CNI, o Mercosul é uma das prioridades da política comercial brasileira. Nesse sentido, a CNI desenvolve um trabalho focado na consolidação da área de livre comércio no Mercosul e no acompanhamento da agenda externa do bloco.

Além de ser um parceiro comercial importante do Brasil, responsável por 10,3% do comércio exterior realizado pelo País, em 2007, e por 13,5%, em 2008, o Mercosul é também um grande importador de produtos industriais brasileiros. A Argentina, um dos membros do Mercosul, é responsável por mais de 45% das exportações de manufaturados do Brasil para os países da América do Sul.

Área de livre comércio - o contencioso comercial intra-Mercosul é uma constante preocupação do setor privado brasileiro. Acompanhando os ciclos econômicos, esse contencioso representa dificuldades adicionais para o País em momentos de crise, com a adoção de medidas protecionistas por parte da Argentina.  A CNI monitora esse tema e desenvolve ações de defesa da indústria brasileira e das exportações para o bloco.

União aduaneira - Criada em 1991 com a assinatura do Tratado de Assunção, a união aduaneira entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai enfrenta desafios importantes. Os países-membros resistem em adotar regras comuns, na maioria das vezes percebidas como restrições a sua autonomia regulatória, e têm dificuldades em cumprir as regras já acordadas. Além disso, as demandas de tratamento das chamadas “assimetrias”, geram um quadro de exceções em relação aos compromissos da integração comercial.

Expansão do Mercosul - A CNI também monitora a questão da expansão do Mercosul. Sobre o atual processo de adesão da Venezuela como membro pleno do bloco, a CNI destaca a importância desse país definir os cronogramas de adesão  aos compromissos internos e aqueles que regem o comércio dos quatro membros do bloco econômico de forma transparente, antes da aprovação do Protocolo de Adesão pelo Congresso brasileiro.

Para tratar dessas e outras questões sobre a integração do MERCOSUL, a CNI acompanha as negociações entre os governos do bloco, modera as discussões no âmbito da CEB e representa a indústria brasileira no Foro Consultivo Econômico e Social (FCES) do Mercosul.

Documentos para download
Adesão da Venezuela ao Mercosul: agenda e interesses econômicos do Brasil
Mercosul: as dificuldades da agenda interna e o avanço do comércio
Documento de Córdoba (em espanhol)
Cartas 089 e 090 - enviada ao MRE e MDIC - Medidas adotas pela Argentina
Avaliação das medidas argentinas de restrição às exportações brasileiras

08/02/2011 | Indústria participa do acordo Mercosul-União Europeia

Os empresários brasileiros acompanharão de perto as negociações do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia (UE). Na rodada de conversas oficiais, que ocorrerá de 14 a 18 de março, em Bruxelas, representantes dos industriais ficarão na sala ao lado dos negociadores. “Com isso, os empresários poderão esclarecer dúvidas e oferecer subsídios aos negociadores”, explicou a gerente-executiva de Negociações Internacionais da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Soraya Rosar.

A presença dos empresários em Bruxelas foi acertada nesta segunda-feira, 7 de fevereiro, em reunião entre a Coalizão Empresarial Brasileira e representantes do governo federal. O evento, realizado na sede da CNI, teve a participação do chefe do Departamento de Negociações Internacionais do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Evandro Didonet, da secretária de Comércio Exterior do Ministério de Desenvolvimento Indústria e Comércio (MDIC), Tatiana Prazeres, e do diretor do Departamento de Negociações Internacionais do MDIC, Daniel Godinho.

No encontro, representantes de diferentes setores, como o siderúrgico, automotivo, farmacêutico, calçados, defensivos agrícolas, entre outros, discutiram benefícios tarifários, prazos e condições de redução das tarifas para facilitar o acordo comercial com os europeus. O embaixador Evandro Didonet enfatizou a necessidade da melhoria da lista de ofertas do Brasil para o avanço das negociações.

A secretária Tatiana Prazeres ressaltou a importância da articulação entre o governo federal e o setor produtivo na definição da proposta brasileira para o acordo do Mercosul com a UE. “A interlocução com o setor privado é uma prioridade do Ministério”, disse Tatiana. Essa foi a primeira reunião da Coalizão Empresarial Brasileira com a nova equipe do governo federal. Coordenada pela CNI, a Coalizão foi criada em 1996 pelo setor industrial para acompanhar as negociações de acordos comerciais internacionais.

Ações Anteriores
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03/04/09 - Adesão da Venezuela ao Mercosul preocupa a indústria
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