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Microempresa e Empresa de Pequeno Porte
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Arranjos Produtivos Locais
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Pelo fortalecimento dos Arranjos Produtivos Locais

Para a CNI, promover o fortalecimento dos Arranjos Produtivos Locais (APL) significa estimular o crescimento econômico e criar vantagens competitivas para os pequenos negócios.

Os APLs são aglomerações de empreendimentos da mesma atividade que, por meio da cooperação entre os negócios e com a parceria de entidades de apoio e de pesquisa, conseguem gerar inovações e economia de escala, aumentando sua competitividade no mercado. As microempresas e empresas de pequeno porte que participam de APLs têm acesso facilitado a mão-de-obra, novas tecnologias, fornecedores e distribuidores.

Juntos, os micro e pequenos empresários conseguem reduzir custos, realizar compra conjunta de máquinas e matéria-prima e obter maior poder de barganha diante dos atacadistas.
 
A CNI atua em duas frentes para identificar as necessidades dos APLs e fomentar seu crescimento: integra o Grupo de Trabalho Permanente de Arranjos Produtivos Locais (GTP-APL) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), ao lado do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e do Instituto Euvaldo Lodi (IEL); e participa do Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias (Procompi), em parceria com o Sebrae.

13/04/2011 | CNI inicia nova etapa do Procompi

CNI e SEBRAE dão início a nova etapa do Procompi – Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias, com a seleção de 84 projetos de 25 estados brasileiros. Esses projetos serão executados pelas federações estaduais de indústrias, em parceria com os Sebrae´s estaduais nos próximos 24 meses e beneficiarão 2241 micro e pequenas indústrias.

Os projetos aprovados visam o aumento da competitividade de grupos de 25 empresas de um mesmo segmento industrial, organizadas em arranjos produtivos locais (APL) ou outras aglomerações produtivas. Estão previstas ações de melhoria do processo produtivo e da gestão empresarial, capacitação profissional e ações de mercado, dentre outras.

O PROCOMPI atendeu mais de 4800 empresas desde o ano 2000, quando iniciou suas atividades.  Diversos resultados foram alcançados com benefícios significativos para as pequenas empresas inseridas em APLs.

Caso de Sucesso
Redução de custos de produção, maior qualidade do produto, ampliação do número de clientes e de mercados atendidos. Esses foram alguns resultados alcançados por 20 indústrias de sorvetes de Fortaleza, graças à capacitação, às consultorias e oficinas financiadas pelo Procompi.

Com o apoio do Instituto Euvaldo Lodi do Ceará (IEL/CE), da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) e do SEBRAE-CE, as indústrias elaboraram um projeto que foi selecionado em 2007. Nos dois anos seguintes, elas receberam consultoria e foram capacitadas nas áreas de qualidade e produtividade, tecnologia e inovação, responsabilidade social, associativismo e marketing. Os empresários participaram também de feiras e missões técnicas para se atualizarem nas práticas desenvolvidas pelo mercado.

“O setor estava desestruturado e o sindicato em formalização. Houve a regularização do sindicato, a mobilização e capacitação das empresas”, recorda a gerente da Área de Prospecção e Tendência do IEL do Ceará, Margaret Teixeira. Dentro do Sindicato das indústrias de Sorvetes do Estado do Ceará (Sindsorvetes), foram criadas a Central de Negócios e o Código de Conduta Ética.

Na Central de Negócios, as empresas sindicalizadas negociam juntas com os fornecedores. “Unidas, elas conseguiram barganhar preços até 50% mais baixos do que os obtidos quando agiam sozinhas. Foi o que ocorreu com o leite usado nos sorvetes”, explica Teixeira. Já o Código de Conduta Ética inibiu a concorrência desleal. “Antes víamos as demais empresas do setor como concorrentes. Hoje sabemos que podemos crescer mais se formos parceiros”, compara o dono da Sorveteria Sorbetto, Roberto Botão.

Além de introduzir novas técnicas de produção, as empresas fizeram uma campanha maciça de divulgação do sorvete como alimento. “Colocamos os produtos dentro das grandes redes de supermercado”, observa Teixeira. “Hoje as embalagens são personalizadas e os produtos são de melhor qualidade. Ampliamos a quantidade de sabores e aprendemos a calcular os custos para precificar o sorvete”, relata Botão. Com isso, a produção das indústrias cresceu 86% e o faturamento, 62%.

Para mais informações, acesse www.cni.org.br/procompi

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